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Irã atacará bancos dos EUA e de Israel em nova linha de frente da guerra

 


O Exército do Irã afirmou que vai atacar alvos econômicos dos Estados Unidos e de Israel em um novo desdobramento da guerra, que entra em seu 12º dia. As forças iranianas também alertaram que qualquer manifestante contrário ao regime será tratado como "inimigo".

O que aconteceu

Exército afirmou que vai mirar instituições financeiras dos EUA e de Israel após relatos de ataques a um banco iraniano. "O inimigo nos deu carta-branca para atacarmos centros econômicos e bancos pertencentes aos EUA e ao regime sionista", afirmou o comandante operacional do Exército iraniano, Khatam Al Anbiya, em um comunicado, segundo a agência de notícias AFP.

Israel e EUA atacaram banco iraniano na capital Teerã. O ataque, realizado durante a madrugada de hoje, deixou vários funcionários mortos e outros feridos. O número exato de vítimas não foi divulgado até o momento.

Forças de segurança do Irã também reforçaram postura contrária a liberdade de manifestantes no país. O chefe da polícia iraniana, Ahmad Reza Radan, advertiu que qualquer um que se rebelar contra o regime será tratada como "inimigo".

Manifestantes serão tratados da mesma forma que um combatente inimigo, afirmou Ahmad. "Se alguém atuar de acordo com os desejos do inimigo, não vamos considerá-lo um simples manifestante e o veremos como um inimigo. Por esse motivo, daremos a essa pessoa o mesmo tipo de tratamento que damos aos nossos adversários", declarou ele à emissora estatal Irib.

Alerta do chefe da polícia do Irã foi em resposta a declarações feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O líder norte-americano havia conclamado os iranianos a "tomarem o poder", dois meses após uma onda de manifestações que tomou conta do país, mas que foi duramente reprimida pelo regime de Teerã.

12º dia de guerra

Além de mirar instituições financeiras em uma nova linha de frente da guerra, o Irã mantém ataques contra países aliados dos EUA no Golfo. Hoje, o país reivindicou autoria ofensiva em grande escala que atingiu uma refinaria na Arábia Saudita, próximo à fronteira com os Emirados Árabes Unidos, e considerada crucial para a produção de petróleo saudita.

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